domingo, 16 de outubro de 2011

Index Maçónico de Portugal

O mal do mundo não está na existência de escravos mas sim nos homens que não querem deixar de o ser

 
De um modo simples, quiçá simplista, a maçonaria encerra na sua génese o mais profundo apelo pela liberdade. A liberdade, com os seus direitos e deveres, nas suas variadas formas, é a coluna vertebral de uma condição humana digna, possibilitadora de uma sociedade justa, harmoniosa, conducente ao progresso efectivo da humanidade. Por dela emanar a busca dos mais nobres ideais, por ser voz e força de mudar o mundo, a maçonaria sempre esteve aberta a ataques e apetites, do exterior e no seu interior.

Muitos a atacam e outros tantos se querem fazer passar por ela. Os que a abraçam de modo desprendido, sem outros interesses que não os que envolvem profundo altruísmo, não raras vezes tiveram que dar a própria vida ou verter o seu sangue.

Felizmente que tal não impede que homens e mulheres, de especial fibra, queiram fazer parte desta egrégora que exige um constante sacro-ofício. Muitos batem à porta, mas nem todos possuem verdadeiras condições para entrar.

Daí a crescente proliferação de pequenos grupos/entidades que prometem o céu e a terra aos incautos que nobremente buscam os ideais puros que a maçonaria pretende alcançar, mas que mais não são do que formas subtis, ou não, de extorsão monetária e psicológica de gente mais frágil ou incauta.

Pelo respeito à verdade, à idoneidade da verdadeira maçonaria portuguesa, se publica o presente édito.
Fora deste índex, os que se atrevem a bater à porta das representações "maçónicas" estão por sua conta e risco

A lista será atualizada quando justificável nada mais pretendendo do que defender pessoas de justas intenções, sejam ou não maçons.